Arquivo | outubro, 2012

Roma, algumas dicas!

31 out

Enquanto não sou rica e não tenho dinheiro para contratar uma agência de concierge, eu pesquiso muito quando viajo para fazer tudo o mais economicamente possível! E a internet é o melhor lugar para isso!

Como eu contei, fiz um cruzeiro pela Europa que saiu de Civitachevia Itália. Como meu marido ama história, decidimos ficar em Roma 4 dias antes de começar a navegar, afinal não é todo dia que a gente vai para Europa, não é mesmo?

Primeira dica: essa vale para toda e qualquer cidade. Contate o hotel que você vai ficar e solicite serviço de shuttle do aeroporto até o hotel, normalmente vale muito a pena. Você estará cansado, com mala e se for a primeira vez na cidade estará desorientado.

Em Roma é fácil pegar o trem do aeroporto até a estação Termini, e de Termini ir para qualquer ponto da cidade, mas não queríamos arriscar ja que era nossa primeira vez lá e chegamos às 07 da matina de sábado, após 12 horas de voo e um fuso de 4 horas!

Chegando em Roma comprei o Roma Pass, no aeroporto mesmo, e foram os 30 euros mais bem gastos. Com ele você tem entrada no Coliseu (furando fila), no Foro Romano, em um museu por dia gratuitamente e no segundo museu em diante só paga 50%!! Também pode andar de ônibus e metrô a vontade!

Ele vale por 3 dias e começa a contar a partir da primeira vez que usa.

Pantheon.

Pantheon

Uma ressalva, senti falta do transporte público de Sampa. Juro, eu via cada coisa nos ônibus. Tem gente que leva cachorro e senta ele no banco, no ônibus lotado! Entre outras coisas que é melhor não comentar.

Ficamos no hotel H10, longe do centro mas em um bairro super movimentado, com lojas, restaurantes e bares por perto.

Foi ao lado do hotel que encontramos o restaurante que mais nos agradou, o La Ruota. Conhecemos no dia que chegamos, que por sinal era dia da enfermeira e fomos lá jantar e comemorar. Depois de vários pratos e várias garrafas de vinho, poder voltar andando para o hotel foi tudo de bom. Jantamos lá mais uma vez.

Aliás, comida em Roma é uma atração à parte. Os Italianos têm um jeito bagunceiro, meio bravo. Todas as refeições lembravam muito os almoços de domingo na casa de vós italianas.

Coma muito, você vai andar muito mesmo! Coma o primeiro prato, o segundo, o terceiro, as bruschetas, os pães, a sobremesa, o tiramissu, tome seu gelato (vários) e tome seu café para finalizar. Tudo isso regado a vinhos. Peça o vinho da casa sem medo. Um mito, a água nao é mais cara que o vinho, mas o refrigerante é quase o mesmo preço do vinho da casa.

Leve um bom sapato. O mais confortável possível já que você irá andar muito. Acorde, tome seu café da manhã com muita nutella, pegue o metrô e desça na Praça Espanha. Controle-se, já que é ao lado da rua com todas as lojas de grife, e vá andando. Passe pela Fontana de Trevi, Panteon, Piazza Venezza. Continue andando e chegará ao Coliseu, Foro Romano.

Ande, ande, ande. Coma, coma. Tome um gelato e tenha um dia feliz. Em Roma cada tropeço é uma história!

Colisseu

Coliseu

Colisseu

Coliseu

Fontana

Fontana

“Cinquenta tons de cinza” versus “Toda sua”: qual é o melhor?

30 out

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Enquanto não sou rica e nem moro em New York, adoro ler livros e assistir a filmes que se passam na Big Apple.

Como você viu no meu post da semana passada, devorei a trilogia “Cinquenta tons” (de cinza, mais escuros e de liberdade) em uma semana. Resignada com o fato de que minha história de amor com Mr. Grey havia chegado ao fim, fiquei sabendo de um livro que estava sendo divulgado como “Mais bem escrito que Cinquenta tons de cinza“.

Pesquisando um pouquinho na web, descobri que a história se passava em New York. Já senti de cara que ia amar o livro!

“Toda sua” foi escrito por Sylvia Day, autora de diversos livros que já figuraram na lista dos mais vendidos do New York Times. Toda sua, aliás, apareceu nas principais listas de livros mais vendidos desde o seu lançamento, em abril deste ano. Ele é o primeiro de uma trilogia, denominada “Crossfire” (perceberam como essa coisa de romance erótico em três volumes está fazendo sucesso?), cujo segundo livro está previsto para ser publicado no Brasil em dezembro de 2012.

Como Sylvia Day é uma autora profissional (ao contrário de E. L. James, que era uma executiva da TV antes de escrever “Cinquenta tons de cinza”), muitos defendem que os personagens de “Toda sua” são mais bem elaborados e que a narração é mais profissional. De fato, “Toda sua” é um livro muito gostoso de ler, que “flui” bem.

Se é melhor que “Cinquenta tons”, porém, vai depender de suas preferências pessoais.

A sinopse do livro:

Eva Tramell tem 24 anos e acaba de conseguir um emprego em uma das maiores agências de publicidade dos Estados Unidos. Tudo parece correr de acordo com o plano, até que ela conhece o jovem bilionário Gideon Cross, o homem mais sexy que ela — e provavelmente qualquer outra pessoa — já viu.

Gideon imediatamente se interessa por Eva, que faz tudo o que pode para resistir à tentação. Mas ele é lindo, forte, rico, bem-sucedido, poderoso e sempre consegue o que quer — e é claro que Eva acaba se entregando.

Uma relação intensa começa. O sexo é incrível. Capaz de levar os dois a extremos a que jamais tinham chegado. E, então, eles se apaixonam — o que pode ser tanto a chave para um futuro feliz quanto a faísca que trará de volta os traumas do passado.

Para começar, uma diferença crucial que fez Sylvia Day ganhar muitos pontos comigo: a personagem feminina principal não é alienada como Anastasia Steele. Pelo contrário: é de família rica, mora num excelente apartamento em Manhattan e tem até um vibrador, veja só! Lembram do que eu disse sobre a importância de uma personagem mais “real”?

Também conta a favor de “Toda sua”, na minha opinião, o fato dele não ter todas aquelas descrições exageradamente detalhadas de tudo e todos, como em “Cinquenta tons” (nem a babaquice da comida), o que torna a leitura mais dinâmica.

Não sei, porém, se é porque eu me apeguei ao Mr. Grey, ou se é porque eu li “Cinquenta tons” antes de ler “Toda sua”, mas ainda gosto mais da trilogia de E. L. James.

Que fique bem claro: as comparações são inevitáveis. Sylvia Day inclusive admite o empurrãozinho que “Cinquenta tons” lhe deu, ao escrever nos agradecimentos de “Toda sua”:

A E. L. James, que escreveu uma história que cativou os leitores e criou um desejo por mais obras como a sua. Você é demais!”

E mora aí a minha maior crítica a “Toda sua”: são tantas as referências extraídas de “Cinquenta tons” que a sensação que temos em muitos trechos é de um perfeito déjà vu. As semelhanças chegam a ser irritantes em alguns trechos. (Spoiler: Você consegue acreditar que nos dois livros a “mocinha” toma um tombo na primeira vez que encontra o galã? Não é irritante?).

Fora isso, a minha impressão é que, de tão pequeno que é o livro, a autora não teve espaço para detalhar as transformações por que passam os personagens. Num momento Gideon Cross é frio, inacessível e até grosseiro, de repente ele se transforma num sujeito romântico, disponível e dedicado. Juro que eu reli o capítulo pra ver se eu tinha perdido alguma parte, mas essa mudança acontece em pouquíssimas páginas e sem qualquer explicação plausível.

“Toda sua” possui cenas bem quentes, repetindo a fórmula de sucesso de “Cinquenta tons”. Em ambos os livros, também, o protagonista é o homem mais lindo, milionário e poderoso da face da Terra. Mr. Grey, porém, me parece mais sedutor que Gideon Cross.

Meu palpite: se, ao terminar os três “Cinquenta tons”, você ficar com gostinho de “quero mais”, pode experimentar a trilogia “Crossfire” sem medo de ser feliz!

E você: também se apaixonou pelo Mr. Grey? Ficou sabendo que o livro vai virar filme? Qual ator você acha que deve interpretar Christian Grey? E Anastasia Steele? Veja nesse blog os mais cotados e conta pra gente aqui na caixa de comentários quais são seus preferidos.

Dirigindo com crianças

29 out

Enquanto não sou rica para ter alguém pesquisando pra mim as informações que eu preciso, eu mesma corro atrás das informações por aí!

Hoje minha filha que está com quase sete anos me perguntou até quando ela precisará usar seu assento elevatório pra andar no carro. Eu me lembrava que a idade para o uso da cadeira era um pouco mais de sete anos, mas como ela é uma criança grande, fui procurar me informar sobre algum outro critério que pudesse usar pra me guiar.

Encontrei diversas informações sobre transporte de crianças nos carros e achei uma boa ideia compartilhá-las aqui com vocês:

  1. Na hora da compra é essencial verificar se o equipamento que você pretende comprar é compatível com o carro que você tem. O ideal é que você possa testar a cadeirinha no seu carro pra ver se ela se ajusta. Alguns modelos não são compatíveis com cintos de três pontos e outros não são compatíveis com os de dois pontos.
  2. Caso seu carro só possua cintos de dois pontos no banco traseiro, você pode transportar ali crianças a partir de 4 anos, sem nenhuma cadeirinha ou assento elevatório, ou transportar a criança no equipamento de segurança adequado a sua idade, peso e altura no banco da frente usando o cinto de três pontos, como banco recuado ao máximo, salvo indicação contrária do fabricante do veículo. Nesse caso é indicado desativar o airbag frontal caso haja.
  3. Você também pode transportar crianças com menos de 10 anos no banco da frente caso seu carro não possua banco traseiro, seguindo as mesmas recomendações do item anterior.
  4. É importante verificar a indicação de peso suportado pelo fabricante para ajudar a saber a hora de trocar a cadeirinha do seu filho, mas é mais importante verificar se acima de tudo seu filho cabe no equipamento, se fica bem preso e seguro pelo cinto de segurança e se está confortável ali.
  5. A única ressalva que se faz ao item anterior é quanto ao momento de abandonar o assento elevatório, quando o que deve ser levado em conta é a altura da criança, que só está apta a usar o cinto de três pontos quando tem 1,45 m de altura ou mais.

A lei define que as crianças devem estar nos equipamentos de segurança ou seguindo as regras acima tanto no carro dos pais como nos de amigos, avós… O equipamento só não é exigido em táxis, veículos alugados, transporte escolar (por enquanto) e transporte coletivo. E é proibido tirar as crianças das cadeirinhas com o carro em movimento, sob qualquer circunstância.

A infração por não seguir essas regras é gravíssima, o motorista é submetido a uma multa de quase R$200,00 e perde sete pontos na carteira.

Mas mais importante do que evitar multas e pontos é garantir a segurança das nossas crianças, certo?

Tenham uma boa semana!

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