Arquivo | novembro, 2013

Black Friday – dicas

29 nov

Enquanto não sou rica, aproveito a Black Friday… OH, WAIT!!!

No ano passado as promoções de Black Friday foram o maior fiasco, recordes de reclamações foram batidos e um monte de gente, na empolgação e sem pesquisar muito, acabou sendo enganada. Tanto que neste ano desde o começo da semana estão rolando piadas pela rede do tipo “Black Friday: compre tudo pela metade do dobro”. E vou te dizer, seria bom se você conseguisse um bom negócio desses, porque, pasmem, tem sites tentando vender produtos mais caros do que estavam sendo vendidos ontem!

Pra você se proteger e até fazer denúncias, seguem alguns links bacanas para o dia de hoje:

Black Friday (site ofcial)

12 dicas para não cair numa furada na Black Friday

O Friday Fiasco (tumblr com denúncias)

Já Cotei, Bondfaro, Baixou (comparadores de preço que puxam um histórico do produto)

Serasa (pra consultar CNPJ gratuitamente hoje)

Beijos e bom final de semana pra vocês!

Moda: Shorts box – “fitness”

25 nov

Enquanto não sou rica e não pude fazer uma lipo,
recauxutada pós o meu parto. Tenho que me contentar e passar o
verão com uma pança e correr atrás para ter meu corpo de volta.
Saudades da minha barriga! Não sei se repararam, mas sabem aquele
shorts que você vai para a academia? Então, o próprio! Estes shorts
são aqueles modelos mais curtinhos, bem soltinhos (cuidado na hora
de sentar!). Agora ele veio mais arrumadinho e pode ser usado para
o dia a dia e para sair a noite. São bem fresquinhos e super
confortáveis e na minha opinião agrada a todos os gostos. Não
poderei usá-lo este verão, já que adoro esses shorts para ir na
academia, mas logo após a gestação o corpo da uma mudadinha.
Selecionei algumas fotos e tem cada short tão fofo!! Quero todos.
Shorts de paete

Foto: site Lilian Pacce

Foto: site Lilian
Pacce

2-moda-tendencia-verao-2013-short-box-short-boxer 5-moda-tendencia-verao-2013-short-box-short-boxer 8-moda-tendencia-verao-2013-short-box-short-boxer Lindos, né? Vamos
aproveitar o verão e colocar as pernocas de fora. Beijos e até
mais! Talita

Amamentar é mesmo um ato de amor

22 nov

20131116-001625.jpg

Enquanto não sou rica e não tenho ajuda 24 horas para cuidar do meu bebê, vou me virando para aprender as dores e as delícias de ser mãe!

Antes do nascimento do Lucas, eu li muita coisa, falei com muita gente, procurei me informar sobre o máximo de assuntos possíveis relacionados ao pós parto. Eu sabia, portanto, que a maioria das mulheres experimenta uma certa melancolia, uma tristezinha inexplicável (ou melhor, perfeitamente explicável pela ação dos hormônios — sempre eles) após o nascimento de seus bebês. É o tal do “baby
blues
” ou “blues puerperal”.

Não, não é frescura. Também não é depressão pós parto, embora possa ser confundido com ela. Uma mulher ao sair da maternidade e chegar em casa com o seu bebê está em uma condição de fragilidade emocional bastante séria e é merecedora de todo o apoio e cuidado do parceiro e de todos ao seu redor. Nesses dias, uma frase inocente dita em tom de brincadeira
sobre como ela não sabe trocar uma fralda pode ser suficiente para desencadear uma crise de choro.

E no meio de tudo isso, a chegada em casa também pode envolver uma outra situação difícil para a recém mãe: a amamentação.

Muitas de nós temos aquela sensação de que amamentar deve ser um ato orgânico, instintivo e natural e que, portanto, não requer prática nem tampouco habilidade. Ledo engano.

Amamentar é um aprendizado. Tanto da mãe quanto do bebê. Mais do que isso: Amamentar, é bom que se diga, dói. Tipo assim, dói mesmo.

Muito.

Mas calma. Dói no começo. Logo melhora (prometo!)!

Eu sabia que poderia doer. Sabia que era importante ajudar o bebê a fazer a “pega” correta (ou seja, boquinha bem aberta, abocanhando o máximo possível da auréola do seio (e nunca apenas o bico). Mesmo assim, a primeira semana foi incrivelmente difícil. Resolvi escrever esse relato para incentivar as gravidinhas e recém mães a não desistirem de amamentar seus bebês. Porque é difícil mesmo, mas tudo vai valer a pena!

Uma coisa que definitivamente não me ajudou foi ler e ouvir que amamentar não poderia doer. Diziam que, se estava doendo, eu
estava fazendo errado. Em meio ao baby blues, tudo que eu não precisava era ouvir que eu estava fazendo algo errado. Meu cérebro traduzia essa informação como uma afirmação de que eu era uma incompetente e inapta. Era como se eu não tivesse habilidade para alimentar meu filho. É a pior sensação do mundo. Dói mais que o bico do seio rachado. Portanto, acredite: no começo dói sim. Não é sua culpa. Um pouco é a pega, um pouco é a pele sensível e com muitas terminações nervosas do bico do seio. Mas a boa notícia é que: se você insistir, vai parar de doer antes que você se dê conta! Esses dias de dor ficarão para trás e você nem se lembrará deles.

Outra coisa que não ajuda em absolutamente nada (mas que ninguém parece se dar conta) são os “depoimentos” de quem não conseguiu amamentar e desistiu. Não estou julgando ninguém. Sei bem que não é fácil mesmo. Mas se você não quis, não pôde ou não conseguiu amamentar seu filho, não se sinta mal, mas também não precisa dizer isso para uma mãe que está atravessando a fase difícil de adaptação à amamentação. Nesse momento ela precisa de suporte, incentivo e
histórias de sucesso.

•••

Agora, já que eu já falei sobre o que não me ajudou, acho que vale a pena compartilhar algumas dicas daquilo que foi importante para mim e das ferramentas que usei para superar os primeiros dias.

1 – Acredite em você

Seu leite é ótimo! Você tem leite suficiente e ele é um alimento completíssimo e perfeito para o seu bebê. Feito sob medida para o seu filho, seu leite tem todas as vitaminas, os nutrientes e os anticorpos importantes para essa primeira fase da vida do seu pequeno. Sabia que estudos mostraram que até mulheres subnutridas têm leite adequado para seus bebês? Não acredite, portanto, se disserem que seu filho chora porque seu leite é fraco e não sustenta. Bebês choram por vários motivos. O leite humano é de muito fácil digestão, por isso você pode ter a sensação de seu bebê está sempre com fome. Também não se apegue à aparência. Ao
contrário do leite de vaca, o leite humano é mais clarinho, tem mais água. Isso não quer dizer que ele é fraco. Leite fraco não existe. O que pode acontecer é que o bebê não esteja conseguindo sugar adequadamente, ingerindo uma quantidade insuficiente de
leite. Se você desconfiar disso (especialmente se o bebê não ganha peso ou não faz muito xixi), procure ajuda profissional. Não deixe de amamentar, não introduza complementos (exceto se indicado pelo pediatra — e desde que você acredite muito na formação e nas boas intenções desse profissional — sim, muitos são assediados pela indústria alimentícia e incentivados a prescrever fórmulas).

2 – Use o YouTube

Assista a vídeos que ensinem a pega correta, que expliquem como você deve posicionar seu bebê no momento da amamentação e como ajudá-lo a abocanhar a auréola toda. Depoimentos e dicas também são importantes e estão lá. Aproveite!

Assista alguns dos vídeos que me ajudaram:

Como ensinar a pega correta

Depoimento de uma consultora de amamentação que também teve dificuldades para amamentar

Vídeo do Ministério da Saúde sobre amamentação

3 – Conchas de amamentação

A minha é da marca Medela, mas existem várias opções disponíveis. Se você desconfia que seu bico do seio não é do tipo protuso (aquele bico bem formadinho, pontudinho), use a concha de base rígida, que ajuda a formar o bico (pode usar desde a gravidez). Se seu bico for ótimo, obrigada, a concha de base flexível pode ser mais confortável. Usei a concha por 15 dias ininterruptamente (mesmo o manual indicando que não se deve usar a noite, não sei porque). Foi a minha salvação, já que até a água escorrendo no seio doía absurdamente, imaginem o sutiã esfregando… Ui!

4 – Pomada de lanolina

Meus bicos racharam ainda na maternidade e mesmo assim demorou para me prescreverem a pomada de lanolina. Acabei recebendo a pomada só no momento da alta, o que eu acho que piorou muito a situação dos meus seios. Minha dica, portanto, é que você compre uma pomada e leve com você para o hospital. Passe desde o primeiro dia, já que ela ajuda a hidratar e recuperar a pele. E não precisa tirar a pomada para amamentar, ela não faz mal para o bebê. Algumas marcas: Lansinoh e Mammy Lan.

5 – Chá de camomila

Aprendi esse truque na maternidade: Faça um chá de camomila, daqueles de saquinho mesmo, espere esfriar (tem que estar de morno para frio) e aplique os saquinhos nos bicos dos seios por 10 minutos. Pode beber o chá para não desperdiçar (e dar aquela acalmada, que também ajuda! Hehehe).

•••

Na primeira noite eu chorei muito. A cada sugada do Lucas eu gritava de dor. As lágrimas escorriam e eu achava que era impossível continuar. Num desses dias, nós dois chorando de soluçar, olhei nos olhos dele e fiz uma promessa: não importava o quanto fosse difícil ou dolorido, eu não ia desistir de amamentá-lo! Assumi um compromisso com o meu filho e cumpri. Com o uso dessas ferramentas aí de cima e com muito apoio e incentivo eu consegui. Após uma semana em casa, amamentar já não dói nadinha. Vale a pena insistir! Amamentar é mesmo uma linda prova de amor!

%d blogueiros gostam disto: