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Com ou sem prazer? Com muito prazer, por favor!

24 mar

Enquanto não sou rica e não tenho todo dia faxineira, babá, cozinheira, motorista, tutora, recreadora, etc. acabei ficando sem tempo, sem cabeça, sem assunto e dando uma sumida… Mas agora, chega de mimimi! Vou retomar com vocês um assunto que já abordei aqui: educação escolar.

Passadas as provas mensais da minha filha e com a chegada das provas bimestrais e algumas outras questões que fui percebendo nesse início de ano letivo, aquele incômodo que eu estava sentindo quando escrevi esse post voltou com tudo! E voltei a pesquisar alguns outros métodos de ensino – além da desescolarização que já mostrei pra vocês – que saem da caixa em que o método tradicional nos coloca.

Aqui em casa geralmente quando quero abordar alguma coisa sobre a criação das nossas filhas que fuja ao senso comum, dou uma pesquisada e compartilho alguns textos com meu marido pra gente poder discutir o assunto. Nossa conversa ainda não engrenou como eu gostaria, ele é bem tradicional pra algumas coisas… Então vim aqui compartilhar com ele e com todos vocês um texto muito bacana da Renata Penna (do blog Mamíferas, que tem muitas e muitas leituras que valem muito a pena) que bateu lá no fundo do coração. Faço minhas as palavras dela (clique no link pra ler o texto completo):

“Eu quero que minhas filhas gostem de ir à escola, sim. Porque aprender é uma maravilha, é divertido, é interessante, é prazeroso – ou pelo menos pode ser. Deveria ser.

(…)

Criança não tem que gostar de estudar?? Mas é claro que tem! Ou pelo menos pode, e vai ser bem mais bacana se for assim. Se puderem lhe fazer perceber que estudar e aprender não é castigo, é privilégio. Que ter diante de si um mundo de conhecimento e possibilidades esperando desvendamento e investigação é de uma maravilha e uma felicidade comparáveis a poucas outras, ao longo da vida.”

E deixo aqui novamente a pergunta que fiz há mais de 2 meses atrás e que pra mim, continua sem resposta:

“Qual é a real necessidade de aprendermos um monte de coisas pelas quais não nos interessamos e para as quais não temos a menor habilidade e deixarmos de lado outras tantas que nos encantam, como desenhar ou tocar algum instrumento, pra poder dedicar todo o tempo a aprender as primeiras só porque fazem parte do currículo escolar tradicional? Pra passar no vestibular? Jura?”

Um beijo, uma boa semana e boas reflexões pra vocês!

Mãe, lembra da Fulana?

28 fev

Enquanto não sou rica, aprendo a valorizar o que realmente importa.

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— Mãe, lembra da Fulana?
— Fulana? Não…
— A Fulana, mãe. Do colégio!
— Ahhhh, claro que eu lembro!
— Ela me achou no Face!
— Juraaaa? E como ela tá? E a família? Casou? Mudou? Ela tá na igreja? Tá fazendo o quê?

Juramos que nos ligaríamos.

Não importava o que acontecesse, seríamos para sempre amigas, muito antes do conceito “amigas para sempre” virar moda.

Entre lágrimas, cartinhas e dedicatórias escritas no uniforme da escola no último dia de aula, dissemos “até breve” e fomos atrás dos nossos sonhos.

A vida nos levou por caminhos diferentes a lugares semelhantes.

E agora, 15 anos depois, a vida — ou o Zuckenberg — nos reaproximou.

— Vamos nos encontrar!
— Vamos apresentar nossos bebês.
— Quem sabe eles serão tão amigos como nós fomos?
— Fomos não. Somos!

Estivemos longe, mas somos amigas para sempre, lembra? E “para sempre” é para sempre.

•••

Dedicado com muito amor à minha querida amiga Jenifer, a “Fulana”.

Doe seu cabelo!

19 fev

Enquanto não sou rica e não posso resolver todos os problemas do mundo, procuro aproveitar as oportunidades que estão ao meu alcance para ajudar o próximo.

Faço parte de alguns grupos muito legais no Facebook. Grupos que têm me proporcionado amizades, troca de experiências e informações muito legais. Foi num desses grupos que conheci a Lili Ferrari, que um belo dia postou um “recrutamento” para lá de especial: ela ia cortar o cabelo para doar para um instituto que confecciona perucas para mulheres em tratamento de câncer e queria saber se mais alguém topava participar da ação.

Eu estava pensando em cortar o cabelo curtinho, mas faltava aquele empurrão, aquela coragem de desapegar das madeixas. Faltava também pique de sair de casa, já que o Lucas tinha pouco mais de um mês na ocasião.

Ainda assim, senti que aquele era o sinal, a força, o empurrão e a oportunidade de mudar o cabelo e, quem sabe, mudar também a história do combate ao câncer na vida de alguém. Imagine como é importante para a mulher que perdeu seus cabelos em razão do tratamento, ter sua auto estima restaurada e poder se olhar no espelho novamente com aquilo que a doença temporariamente tirou dela.

E não precisa cortar o cabelo tão curto não! Bastam 10cm de cabelo e você já pode mandar suas madeixas para o Instituto (pelo Correio, super fácil!).

E foi assim que peguei minha mãe e o Lucas e fui parar no lab., o salão do Duda Molinos, para cortar o cabelo por uma linda causa!

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Saiba mais sobre o trabalho do Insituto Mário Penna e como doar o seu cabelo curtindo a página do Doe seu cabelo no Facebook.

Assista aqui o vídeo da ação realizada no lab (tem um trechinho do meu corte lá!)

Então ficamos assim ó: corra lá no seu cabeleireiro, amarre o cabelo com um elástico bem preso, corte e mande para a campanha!

Bora desapegar, mulherada, cabelo cresce!

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