Muffin de cenoura e abobrinha

31 mar

Enquanto não sou rica e não tenho uma cozinheira, preciso perder a vergonha na cara e aprender logo de vez a fazer comida, né?

Sou muito, muito atrapalhada, então preciso de receitas fáceis! Essa eu encontrei no site Pimenta e Sal, mas dei uma adaptada ao que eu tinha aqui na geladeira.

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Ingredientes:

  • 1 xícara das de chá de farinha de trigo
  • 1/2 xícara das de chá de leite
  • 5 colheres das de sopa de azeite
  • 1 cenoura média
  • 1 abobrinha média
  • 2 colheres das de sopa de mucarela ralada
  • manjericão a gosto
  • sal a gosto
  • pimenta do reino a gosto
  • 1 colher das de sopa de fermento químico em pó

Modo de preparo:

  • Pré-aqueça o forno a 180 graus
  • Lave bem a cenoura e a abobrinha e rale no ralo médio sem descascar e reserve
  • Misture numa tijela a farinha, o leite e 2 colheres de azeite e misture bem com o fouet
  • Acrescente a cenoura, a abobrinha e o restante do azeite
  • Tempere com sal, pimenta do reino e manjericão e acrescente o queijo
  • Misture bem e acrescente o fermento (a massa deve ficar bem pastosa)
  • Coloque em formas de cupcake
  • Leve ao forno por 20 minutos ou até que passe no teste do palito

Os muffins ficaram uma delícia, mas tenho algumas considerações:

  1. Eu coloquei a massa nas formas com papel, mas da próxima vez vou untar ou fazer nas formas de silicone, porque achei que grudou muito.
  2. A massa ficou bem macia e molhadinha e tenho a impressão de que foi porque usei muçarela e não parmesão. Dá a impressão que não passa no teste do palito, mas achei que o tempo estava bom e tirei pra provar e estava mesmo. Tanto que uma fornada ficou mais moreninha que a outra!

A receita rende 9 porções se você usar formas de cupcake!

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Espero que gostem!

Beijos!

Cine: SOS Mulheres ao Mar

28 mar

Enquanto não sou rica e já estou me sentindo indo ao cinema com minha filha em plena quarta-feira a tarde. Tenho que aproveitar esses pequenos momentos. Vai saber quando poderei ir de novo!! Rs.

Na quarta fomos assistir uma comédia romântica e brasileira SOS Mulheres ao Mar. O filme é bem bobinho, mas me diverti horrores!! Adoro sair do meu “mundo mãe” para relaxar e dar boas risadas. Fora um colírio para nossos olhos, o Giane (Gianecchini) faz parte do elenco. Oh gato, viu!

O filme se passa quando a Giovanna Antonelli embarca em um cruzeiro decidida a reconquistar seu ex-marido que está com uma nova namorada. Adriana leva sua irmã e a empregada incentivada pelo livro “SOS – Salvando um Sonho” a estragar a viagem de seu antigo namorado. No entanto, durante o passeio, essas conhecem novas pessoas e descobrem surpreendentes caminhos e soluções para suas vidas.

O filme é bem leve e simpático! Rs… Acho que para o que eu estava precisando (dar risadas) funcionou!!

Espero que gostem da dica! E precisamos prestigiar os filmes brasileiros.

Beijos e bom final de semana

Talita

 

Com ou sem prazer? Com muito prazer, por favor!

24 mar

Enquanto não sou rica e não tenho todo dia faxineira, babá, cozinheira, motorista, tutora, recreadora, etc. acabei ficando sem tempo, sem cabeça, sem assunto e dando uma sumida… Mas agora, chega de mimimi! Vou retomar com vocês um assunto que já abordei aqui: educação escolar.

Passadas as provas mensais da minha filha e com a chegada das provas bimestrais e algumas outras questões que fui percebendo nesse início de ano letivo, aquele incômodo que eu estava sentindo quando escrevi esse post voltou com tudo! E voltei a pesquisar alguns outros métodos de ensino – além da desescolarização que já mostrei pra vocês – que saem da caixa em que o método tradicional nos coloca.

Aqui em casa geralmente quando quero abordar alguma coisa sobre a criação das nossas filhas que fuja ao senso comum, dou uma pesquisada e compartilho alguns textos com meu marido pra gente poder discutir o assunto. Nossa conversa ainda não engrenou como eu gostaria, ele é bem tradicional pra algumas coisas… Então vim aqui compartilhar com ele e com todos vocês um texto muito bacana da Renata Penna (do blog Mamíferas, que tem muitas e muitas leituras que valem muito a pena) que bateu lá no fundo do coração. Faço minhas as palavras dela (clique no link pra ler o texto completo):

“Eu quero que minhas filhas gostem de ir à escola, sim. Porque aprender é uma maravilha, é divertido, é interessante, é prazeroso – ou pelo menos pode ser. Deveria ser.

(…)

Criança não tem que gostar de estudar?? Mas é claro que tem! Ou pelo menos pode, e vai ser bem mais bacana se for assim. Se puderem lhe fazer perceber que estudar e aprender não é castigo, é privilégio. Que ter diante de si um mundo de conhecimento e possibilidades esperando desvendamento e investigação é de uma maravilha e uma felicidade comparáveis a poucas outras, ao longo da vida.”

E deixo aqui novamente a pergunta que fiz há mais de 2 meses atrás e que pra mim, continua sem resposta:

“Qual é a real necessidade de aprendermos um monte de coisas pelas quais não nos interessamos e para as quais não temos a menor habilidade e deixarmos de lado outras tantas que nos encantam, como desenhar ou tocar algum instrumento, pra poder dedicar todo o tempo a aprender as primeiras só porque fazem parte do currículo escolar tradicional? Pra passar no vestibular? Jura?”

Um beijo, uma boa semana e boas reflexões pra vocês!

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