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Muffins de coco sem leite, sem trigo e sem ovo

7 abr

Enquanto não sou rica e não tenho um chef de cozinha para me ajudar a variar o cardápio aqui em casa, vou adaptando receitas para sair da mesmice.

Como contei nesse post, estou fazendo uma dieta bem restrita em razão da alergia alimentar do Lucas, que mama exclusivamente no peito.

Sem poder comer fora de casa, nem ingerir qualquer coisa que contenha leite, ovo, trigo, peixe, crustáceos, amendoim, oleaginosas ou soja, a alimentação foi ficando bastante monótona. Fui então atrás de receitas que pudessem variar o cardápio e, especificamente, matar a vontade de comer uma guloseima.

Eu não sou nada habilidosa na cozinha, então garanto que esse é um bolo hiperfácil de fazer. Não tem erro!

Muffins de coco sem leite, sem ovo e sem trigo

Ingredientes:
14 colheres de sopa de farinha de arroz
5 colheres de sopa de açúcar refinado
8 colheres de sopa de açúcar mascavo
1 colher de sopa de óleo vegetal
200mL de leite de coco
3 colheres de sopa de coco ralado (opcional)
1 pitada de canela (opcional)
1 colher de sopa de fermento

Modo de fazer:

Coloque todos os ingredientes, exceto o fermento, numa tigela grande bata até a massa ficar uniforme (obs: não precisa de batedeira nem liquidificador, essa massa é super fácil de bater à mão, mas eu queria inaugurar a minha KitchenAid nova 😉 )

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Acrescente o fermento, misture bem para incorporar o fermento à massa.

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Despeje em forminhas de cupcake (essas de silicone são incríveis: não grudam, não desperdiçam nada da massa e são super fáceis de lavar)

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Leve ao forno pré aquecido a 180°C por 15 minutos ou até formar uma casquinha crocante e dourada. Faça o teste do palito antes de tirar os bolinhos do forno.

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Pronto! Muffins veganos e hipoalergenicos saborosíssimos para um chá da tarde ou piquenique no parque ♥

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Entendendo a Diabete Gestacional

20 mar

Enquanto não sou rica pra andar com uma nutricionista do meu lado o dia todo, estou tentando me policiar e seguir bem direitinho a dieta que recebi do meu médico.

Isso porque descobri recentemente que meus níveis de glicose estavam subindo mais do que deveriam. Não estão tão altos a ponto de eu ser diagnosticada com diabete gestacional, mas como os médicos dizem, estou pré-diabética.

Quando a gente escuta isso, fica apavorada, acha que o mundo acabou, que fizemos tudo errado… E no meu caso, morre de preocupação com o bebê, mas na verdade nem sabe o que pode acontecer com ele.

Conversei com o meu médico pra tirar várias dúvidas e li alguns artigos sobre o tema pra poder entender melhor a coisa e me acalmar. Seguem alguns comentários que achei mais importantes, e depois alguns links pra vocês terem as informações mais completas.

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Porque eu estou com os níveis de glicose alterados? Pelo que entendi, existem vários fatores que podem levar a um aumento da glicose no sangue. Pode ser simplesmente por pré-disposição genética; pode ser porque na sua primeira gestação você teve um bebê muito grande (maior de 4 kg), mesmo não tendo sido diagnosticada com diabete gestacional; pode ser porque em algum mês da gestação você engordou demais (ou por má-alimentação ou por falta de atividade física ou por stress) e acabou sobrecarregando o pâncreas.

O que eu posso fazer pra controlar isso? Quando você descobre que está grávida, o ideal é desde o começo seguir uma dieta balanceada e fazer atividade física (desde que aprovada pelo seu médico), porque essas duas coisas são as principais atitudes que você pode tomar para controlar os níveis de glicose no seu sangue. O que muda é que depois que você recebe o diagnóstico, o consumo de açúcar deve ser cortado e não apenas moderado e você terá que controlar a ingestão de carboidratos – sempre seguindo uma dieta indicada por um profissional para não prejudicar o desenvolvimento do bebê. A atividade física passa a ser imprescindível, pra te ajudar a queimar a glicose ingerida. Geralmente, com essas duas atitudes você colocará a diabete sob controle, são raros os casos de mulheres que precisam de insulina.

O que acontece com o bebê? Durante a gestação, ele pode ganhar muito peso, ficando maior do que o normal; seus órgãos internos também podem crescer mais; as alterações hormonais do bebê podem causar um atraso no amadurecimento dos pulmões, por exemplo. No nascimento, nada acontece com o bebê, somente seu tamanho pode significar uma dificuldade maior em ter parto normal, mas isso não é definitivo. Depois de nascido, o bebê tem mais chances de apresentar problemas respiratórios, hipoglicemia e icterícia, problemas que serão rapidamente identificados, medicados e tratados no hospital.

Depois do parto isso some? Sim, a alteração nos níveis de glicose desaparecem pouco tempo depois do parto. Será preciso fazer alguns exames pra confirmar se está tudo certo e incluir a medição de glicose na rotina de exames anuais da mãe, porque ela terá seis vezes mais chances de ter diabete no futuro. Para evitar isso a receita é a mesma: dieta saudável e prática de atividade física.

Seguem os links de matérias sobre o assunto, com informações mais técnicas e detalhadas: Baby Center, Bebe.com.br, Guia do BebêSociedade Brasileira de Diabetes.

Abaixo, coloco uma sugestão de cardápio para gestantes que não foram diagnosticadas com diabete gestacional:

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cardapio_verso

Futuras mamães, se cuidem!

Beijos!

Emagrecendo com saúde.

20 fev

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Enquanto não sou rica para ter minha própria equipe de nutrição e preparadores fisícos, preciso manter minha saúde e peso, sem idéias mirabolantes.
Em 2009, quando organizava meu casamento e degustava muitos doces, ganhei muitos quilos. Fui de 67kg para 83.500g.
Por sorte, era bem época de exame periódico no trabalho, e fui premiada com a endocrinologista na minha consulta.
Consulta realzada, exames realizados e a melhor solução para o meu problema foi a reeducação alimentar, perder peso sem usar NENHUM tipo de remédio. Sim isso dá certo. Mas é preciso muita disciplina.
Combinamos assim: exercio diário, ao menos 20 minutos de caminhada e dieta de 1400 calorias por dia.
Como meu ânimo para caminhada era zero, comecei descendo do ônibus um ponto antes, depois de um tempo, 2 pontos antes, e assim foi até e animar e começar  a caminhar no parque uma hora por dia.
A parte do exercício foi mais fácil do que eu pensava e isso está na minha vida até hoje.
Agora a dieta foi minha maior prova de determinação.
Sou viciada em doces, e um pedaço de bolo, por exemplo, equivale a um almoço.
A dieta de 1400 calorias, ou de poucas calorias, ao contrário do que dizem, você não passa fome.
Eu comia de 3 em 3 horas como manda o regulamento. Colocava despertador e assim nunca sentia fome.
Eu não andava com a descriçao da dieta em todos os lugares, mas na minha bolsa sempre tinha, barra de cereais, uma fruta, etc. Assim eu conseguia comer nos horários certos.
No começo você não sente diferença, no primeiro mês foi apenas 1 quilo, no segundo já foram 4 quilos, até que após 6 meses foram 17 quilos perdidos.
Como eu fiz uma reeducação alimentar, levo esse hábito até hoje, cortei algumas coisas e outras como ou bebo só em ocasiões especiais. Aprendi a comprar alimentos mais saudáveis e a me alimentar melhor.
E o principal, não tenho medo da balança, e meus exames ( colesterol, nivel de glicemia, etc), estão muito melhores até hoje.
E você, já fez reeducação alimentar? Valeu a pena?
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